No segundo dia de cruzeiro, pela manhã, fomos a Novo Airão para visita aos botos!
Sobre os botos Cor-de-Rosa existem mil e uma histórias e crenças. Quando uma mulher moradora às margens dos rios da região engravida, não sendo casada nem possuindo companheiro, é certo que se dirá que seu filho é do boto.
A fama de conquistador lhe é atribuída, além de procurar mulheres jovens e bonitas, casadas ou não, frequenta festas onde realiza novas conquistas, segundo lendas amazônicas.






jan
Rio Cuieiras – Comunidade Indígena
No terceiro dia, à tarde, fomos para visita a uma comunidade indígena no Rio Cuieiras. Conheci toda a infra estrutura dessa tribo, que por sinal já se tem muito dos nossos costumes. Visitei a escola, posto de saúde, a casa da farinha (produção da farinha de mandioca), as moradias e as plantas cultivadas dessa pequena população. Foi uma boa oportunidade para descobrir os costumes e hábitos dos habitantes da região.
Lá encontrei algumas pequenas lojinhas, mais uma feirinha a céu aberto onde apresentaram seus artesanatos e culinária.